O ministro da Economia Paulo Guedes anunciou nesta quinta-feira 25/06 que a 3ª parcela do auxílio emergencial começará a ser paga neste sábado 27/06.

Estamos, agora no sábado, pagando mais uma parcela para 60 milhões de brasileiros. Neste próximo sábado até o sábado que vem, 60 milhões recebem mais uma“, afirmou Guedes.

O anúncio foi feito em conjunto com o presidente Jair Bolsonaro, durante transmissão ao vivo em uma rede social e disponível em seu canal no Youtube.

“Tinham brasileiros que nunca haviam pedido ajuda pra ninguém. A faxineira, o menino que vendia bala… esse pessoal estava desatendido. Estamos agora no sábado pagando mais uma parcela do auxílio emergencial para 60 milhões de brasileiros, deste sábado até o sábado que vem”, disse o ministro Paulo Guedes

O governo pretende pagar mais três parcelas do auxílio emergencial, nos valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente. A ideia, disse Guedes, foi do próprio Bolsonaro.

Inicialmente, foram divulgadas apenas três parcelas. Com o anúncio de agora, deverão ser seis, no total. A ampliação ainda depende de aprovação no Congresso.

Ainda sem mais detalhes sobre como serão os novos pagamentos, Bolsonaro disse que o auxílio emergencial vai passar por uma “adaptação”.

“Os números não estão definidos ainda, mas a gente vai prorrogar por mais dois meses. Serão, com toda certeza, R$ 1.200, em três parcelas. Deve ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300 em dois meses”, afirmou o presidente.

De acordo com Guedes, os R$ 600 iniciais foram essenciais para muitos brasileiros tivessem assistência para “não se afogarem na primeira onda da saúde“, mas que a gradual redução é compatível com a retomada da atividade econômica.

É uma ideia muito boa, porque estava em R$ 600 o auxílio e à medida que a economia começa a se recuperar, as pessoas vão, devagar, se habituando.”

Sobre o Auxílio Emergencial

O benefício do auxílio emergencial foi sancionado pelo presidente no dia 1º de abril. Na época, Bolsonaro afirmou que o montante de R$ 600,00 seria pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

O governo definiu que o benefício duraria três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade.

Têm direito ao benefício trabalhadores informais; desempregados; MEIs e contribuintes individuais do INSS; maiores de idade; e que cumpram requisitos de renda média. A mulher que for mãe e chefe de família pode receber R$ 1,2 mil por mês.

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