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O Google liberou o Gemini 4 Argon, o modelo de IA mais avançado da empresa até agora. Ele já está no app Gemini para quem assina os planos Google AI Pro e Ultra, e também chegou para desenvolvedores e empresas pela API. A proposta é encarar tarefas pesadas e longas, como programação, análise de documentos, ciência e segurança digital.

O que é o Gemini 4 Argon

O Argon é o primeiro modelo da geração Gemini 4 e, segundo o Google, é maior que os antigos modelos “Pro”. Ele foi apresentado no fim de setembro, mas naquele momento só um grupo restrito de parceiros de cibersegurança tinha acesso. Em 13 de outubro, o Google abriu o uso para o público pagante, desenvolvedores e pesquisadores.A empresa diz que o modelo se sai bem em “trabalho profundo”: tarefas com várias etapas, em que a IA precisa planejar, testar e corrigir o caminho, em áreas como código, finanças, direito e ciência.

O que muda no app Gemini

Tela do app Gemini com o modelo Argon selecionado
Imagem: Divulgação/Google
Para quem usa o app, o Google destaca três mudanças no comportamento do Argon:
  • Respostas mais diretas, com menos rodeios e menos repetição.
  • Atualizações durante tarefas longas, para você acompanhar o progresso em vez de esperar no escuro.
  • Mais conexões com outros apps: o Gemini passa a se integrar a mais de 40 serviços.
No anúncio, o Google não detalhou em quais países o Argon já aparece no app. Se você assina o Google AI Pro aqui no Brasil, vale abrir o Gemini e conferir a lista de modelos.

Para desenvolvedores: preço e janela de contexto

Na API, o modelo aparece como gemini-4-argon e também está no AI Studio. A janela de contexto é de cerca de 1 milhão de tokens, espaço suficiente para analisar livros inteiros ou grandes bases de código de uma vez.O preço promocional até 30 de novembro é de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída. O Google já avisou que o valor padrão será maior depois dessa data.

Ele é mesmo o melhor?

Nos testes divulgados pelo próprio Google, o Argon lidera ou empata em parte das comparações com os modelos mais recentes da OpenAI e da Anthropic, mas fica atrás em outras, incluindo alguns testes de programação. A documentação do modelo também cita limitações conhecidas, como alucinações e lentidão ocasional em tarefas grandes. Ou seja: é um salto importante para o Google, mas a briga entre as gigantes da IA segue apertada.E você, já testou o Gemini 4 Argon? Conta pra gente nos comentários o que achou!
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