Se comprovada a eficácia da vacina, as primeiras doses serão distribuídas em 2021, por meio do Programa Nacional de Imunização, que atende o Sistema Único de Saúde (SUS).

Ministro interino da Saúde Eduardo Pazuello, em reunião com a presidente da FioCruz (Fundação Osvaldo Cruz), Nísia Trindade Lima debateram sobre o cronograma de produção da vacina que já está em testes aqui no Brasil contra a COVID-19.

Segundo jornal Estadão, inicialmente, a previsão de produção da vacina é de 100 milhões de unidades a partir de insumos importados.

A Fiocruz está mobilizando todos os seus recursos tecnológicos e industriais em prol do acesso da população à vacina no menor tempo possível. Estamos conversando com a Anvisa e parceiros tecnológicos com o intuito de reduzir os prazos de produção, registro e distribuição da vacina”, disse a presidente da Fiocruz.

O acordo entre a Fiocruz e a AstraZeneca é resultado de tratativas entre o governo brasileiro e o governo britânico, anunciado em 27 de junho pelo Ministério da Saúde.

Para produção e aquisição da vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório AstraZeneca e Universidade de Oxford, o governo brasileiro liberou um crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão.

No Estados Unidos, o site Bloomberg diz que a AstraZeneca iniciou teste em humanos em larga escala, segundo o laboratório em comunicado, eles têm planos pra inscrever até 30000 adultos para testar a vacina.

A vacina da AstraZeneca, inventada por pesquisadores da Universidade de Oxford, é uma das vacinas mais avançada entre as inúmeras vacinas Covid-19 em desenvolvimento.

Aqui no Brasil, a produção integral da vacina na unidade técnico-cientifica Bio-Manguinhos, no Rio, deve começar a partir de abril de 2021.

A parceria prevê a assinatura de um acordo de encomenda tecnológica, na primeira semana de setembro, e o desenvolvimento de uma plataforma para outras vacinas, como a da malária.

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