Segundo autoridades, um grupo de sequestradores haitianos são acusados de sequestrar uma equipe de missionários no aeroporto do Haiti que incluí 17 missionários, cinco deles crianças.

Dezenove pessoas foram sequestradas por uma gangue em um posto de controle no Haiti durante uma operação no aeroporto neste último sábado, disse uma fonte da embaixada dos Estados Unidos para o canal ABC News. 

O sequestro ocorreu no cruzamento de “Carrefour Boen” e “La Tremblay 17”, disse uma fonte do gabinete presidencial haitiano.

Segundo a embaixada dos Estados Unidos, fazem parte do grupo de pessoas sequestradas 17 missionários – 16 americanos e um canadense – e dois cidadãos haitianos.

Ainda, segundo fontes, dois padres franceses também foram sequestrados em um ataque separado no mesmo local no início do dia.

O governo haitiano suspeita que a gangue conhecida como 400 Mawozo seja responsável pelos sequestros.

Não está claro para onde as vítimas foram levadas. 

A Embaixada está trabalhando com um grupo especial de americanos que estão investigando o caso no país.

O ministério Christian Aid Ministries, com sede em Ohio, confirmou em um comunicado que um grupo de 17 pessoas foi “sequestrado” durante uma viagem a um orfanato no sábado.

“Pedimos oração urgente para o grupo de trabalhadores do Christian Aid Ministries que foram sequestrados durante uma viagem para visitar um orfanato no sábado, 16 de outubro”, diz a declaração no domingo. “Estamos buscando a orientação de Deus para uma solução e as autoridades estão procurando maneiras de ajudar.”

Cinco homens, sete mulheres e cinco crianças fazem parte do grupo, segundo o ministério.

FOTO: Uma placa marca a entrada do escritório central do Christian Aid Ministries em Millersburg, Ohio, em 17 de outubro de 2021.
Aaron Josefczyk / ReutersAaron Josefczyk / ReutersUma placa marca a entrada da sede do Christian Aid Ministries em Millersburg, O … consulte Mais informação

O inspetor da polícia haitiana Frantz Champagne disse à Associated Press que a gangue “400 Mawozo” sequestrou o grupo enquanto eles estavam em Ganthier, cerca de 27 quilômetros a leste de Port Au Prince.

A gangue também foi acusada de sequestrar cinco padres e duas freiras no início deste ano, de acordo com a The Associated Press. 

O Departamento de Estado dos EUA disse em um comunicado que está “em constante contato com as autoridades haitianas e continuará a trabalhar com elas e com a equipe do setor de Inteligência”.

“O bem-estar e a segurança dos cidadãos americanos, no exterior, é uma das maiores prioridades do Departamento de Estado”, diz a declaração.

Maiores informações estaremos postando nesta matéria.

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