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A cidade catarinense Tijucas, distante 60 km da capital Florianópolis, vem ganhando destaque no cenário nacional. Segundo pesquisa da Austin Rating, em parceria com a Editora Três, o município está entre as 50 melhores cidades do Brasil. Tijucas está em 41º lugar entre as cidades de pequeno porte que obtiveram as melhores colocações entre os 5.565 municípios brasileiros analisados na pesquisa.

O resultado é fruto dos recentes investimentos anunciados por grupos investidores na cidade, com foco no desenvolvimento sustentável e alinhados aos conceitos de ESG. Soma-se também a este cenário o trabalho desenvolvido pela gestão municipal da cidade. O prefeito Eloi Mariano Rocha destacou justamente este viés do desenvolvimento. “Temos grande potencial, estamos investindo em diversos segmentos e sempre focando nos benefícios aos nossos cidadãos. O desenvolvimento econômico cresce em ritmo acelerado também pela política de atração e retenção de investimentos”, destaca.

O empresário Luiz Carlos Gallotti Bayer, CEO da Verde & Azul Urbanismo, destaca ainda que essa colocação é fruto do olhar para o desenvolvimento ordenado e sustentável, com foco nas pessoas. “Nossa família possui uma área há mais de 100 anos, com mais de 4,3 milhões de metros quadrados e poderíamos ter apenas pensado em lotear o espaço. Mas nossas raízes com a cidade nos levaram para outro planejamento, nosso conceito é trazer um empreendimento que prioriza a harmonia entre as pessoas e a natureza, em um local repleto de mata nativa e nascentes de cursos d’água. Estamos trazendo para a cidade espécies já consideradas em extinção. Trabalharemos com um destino que vai resgatar a história de Tijucas, além de criarmos um dos maiores parques urbanos do país, aberto para toda sociedade”, aponta.

O crescimento da cidade também está alinhada a pesquisa realizada pela ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) em parceria com a Brain Inteligência Estratégica que apresentou um raio-x sobre as tendências e preferências dos consumidores sobre o mercado imobiliário. Dentre os destaques, a pesquisa revelou que 57% dos entrevistados buscam imóveis que tenham espaços arejados e integrados com a natureza. Dos respondentes, 56% relataram, ainda, que estariam dispostos a pagar mais por um imóvel com tecnologia verde. O levantamento ouviu 14 mil brasileiros em 2021, dentre eles, 850 pessoas que compraram imóveis no último ano.

Ainda sobre tendências de mercado, outra pesquisa publicada pela Brain, em setembro do último ano, intitulada “Imóveis sustentáveis viram tendência”, que apontou as principais tendências do comportamento dos consumidores frente ao mercado imobiliário. Entre as questões abordadas, foi dado destaque para a sustentabilidade: 80% dos entrevistados que buscam um empreendimento para morar têm a questão do meio ambiente entre as prioridades. Para eles, é indispensável o imóvel ter áreas verdes no quintal ou no entorno. Cada vez mais preocupados em viver com qualidade e bem-estar, hoje os consumidores experimentam novas mudanças no mercado imobiliário. Tais movimentos já eram percebidos há anos, mas ficaram mais intensos com a chegada da pandemia do novo coronavírus, quando a moradia tomou nova perspectiva na vida dos consumidores.

Bayer acredita que as crescentes buscas por empreendimentos que atendam critérios de sustentabilidade ganham ainda mais destaque com a nova visão sobre o papel da natureza do dia a dia das pessoas e a valorização da integração do ambiente residencial com o ambiente corporativo de forma a gerar uma simbiose produtiva. “É perceptível a maior preocupação com sustentabilidade e uso inteligente dos recursos, pois a população está cada vez mais consciente de que os recursos naturais não são ilimitados. Se não os explorarmos com responsabilidade, nossas gerações e as futuras podem viver em um planeta degradado. Isso reduz a possibilidade de crescimento econômico, afetando a prosperidade de todos nós”, destaca o empresário.