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A reserva financeira é um montante de dinheiro que se acumula ao longo do tempo, para custear eventuais despesas extraordinárias, em situações de emergência, como a manutenção do carro, ou para financiar planos para o futuro, como a realização de viagens, compra de bens e reformas residenciais.

Em cenários de crise, desemprego ou de aperto financeiro, essa medida evita que se entre no vermelho e permite que o padrão de vida seja mantido temporariamente. Apesar disso, segundo informações do Serasa, apenas 10% dos brasileiros têm o hábito de poupar dinheiro para imprevistos.

Para ajudar a mudar essa estatística e colocar a reserva financeira em prática, antes de tudo, é necessário levantar a renda que o indivíduo dispõe e todas as suas contas mensais, sejam elas fixas ou variáveis. Da mesma maneira, é interessante registrar, caso haja, despesas extras assumidas. Esse exercício é a base do orçamento financeiro — um retrato da situação financeira do indivíduo, que pode ser feito em uma planilha, aplicativo ou até com os tradicionais papel e caneta.

A partir desse diagnóstico, é possível identificar para quais categorias o dinheiro está sendo destinado, organizar as finanças pessoais e planejar eventuais cortes, reduções nas despesas ou a realização de atividades para obter uma renda extra, colaborando para a formação de uma poupança. O ideal é que o dinheiro economizado seja suficiente para cobrir, pelo menos, seis meses de gastos mensais. Com isso, o indivíduo consegue honrar seus compromissos, com o pagamento em dia, ficando livre de juros e multas que podem tornar a dívida exponencialmente maior, como as taxas de cartões de crédito. Outra vantagem é aproveitar oportunidades que se apresentam, como o pagamento à vista de um bem ou serviço, com negociação do seu valor e obtenção de descontos.

A constância nas aplicações é mais importante do que o valor investido mensalmente. Por mais sacrificante que essa medida possa parecer em um primeiro momento, gradualmente tende a tornar-se um hábito. Dessa forma, é indicado fazer um planejamento e estabelecer metas realistas, que possam ser alcançadas todo mês. É recomendado também reservar rendimentos extras, como a restituição do Imposto de Renda, participação nos lucros e resultados da empresa em que se trabalha, férias e 13° salário, para constituir esse colchão financeiro.

O passo seguinte é o indivíduo levantar os tipos de investimento que mais se adéquem ao seu perfil de investidor, sem deixar de observar a liquidez das aplicações, de modo que o dinheiro esteja facilmente disponível para resgate em situações de emergência. Ao aplicar o dinheiro em alguma modalidade de investimento, além de evitar o gasto do valor poupado com despesas corriqueiras, preserva-se o poder de compra e ainda se tem os juros compostos a favor.

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