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A popularização de ferramentas como ChatGPT ou Claude redefiniu o que os profissionais esperam na hora de aprender. Hoje, eles já não buscam informações genéricas nem querem consumir cursos padronizados: querem interagir com sistemas que compreendam seu contexto e suas necessidades, e que ofereçam respostas completas e altamente personalizadas. De fato, entre os colaboradores que usam IA no trabalho, 4 em cada 10 profissionais já a utilizaram para aprender coisas novas e quase metade a utiliza para consolidar informações, segundo dados da consultoria Gallup.

No entanto, o treinamento corporativo não evoluiu no mesmo ritmo. Em muitos casos, ainda se oferece a mesma formação para todos, o conhecimento continua disperso e a teoria nem sempre se transfere para a prática, porque faltam reforço e acompanhamento real no dia a dia. Para fechar essa lacuna, a isEazy, líder no desenvolvimento de soluções tecnológicas de treinamento online, colocou seus mais de 20 anos de experiência em projetos de e-learning a serviço do Brain: a primeira IA treinada para ensinar, que transforma o conhecimento real de cada empresa em agentes formativos capazes de se adaptar, em tempo real, a cada colaborador.

O Brain se posiciona como um novo tipo de ferramenta para a aprendizagem: a "formação que pensa", adaptativa, conversacional e contextual. Trata-se da primeira IA nativa aplicada ao treinamento corporativo, capaz de se adaptar ao momento de aprendizagem de cada profissional, aos seus objetivos, ao contexto, à dificuldade, ao estado de ânimo e ao seu nível de domínio. E tudo o que ela gera pode passar por revisão humana antes de chegar ao aluno.

"O mercado promete formação personalizada há anos. A realidade é que a maioria das empresas continua treinando todos os seus profissionais da mesma forma, com o mesmo curso, o mesmo conteúdo e no mesmo ritmo. O Brain muda essa dinâmica ao ser a primeira IA treinada para ensinar com o conhecimento real da sua empresa e adaptada a cada profissional. Essa é a diferença", explica Miguel Valverde, CEO da isEazy.

Para garantir a segurança dessa tecnologia e a confidencialidade do conhecimento empresarial, o Brain opera sobre uma infraestrutura própria, com isolamento total de dados. O conhecimento de cada empresa permanece em seu próprio ambiente: nunca é compartilhado com outros clientes, não sai para servidores externos nem é utilizado para treinar modelos de terceiros. A solução está em conformidade com o GDPR e cumpre a regulamentação europeia, incluindo o EU AI Act.

Em resumo, o Brain chega ao mercado com a promessa de melhorar o treinamento corporativo e colocar fim à formação genérica com a ajuda da tecnologia mais avançada. Porque, se a IA já é capaz de entender o conhecimento e o contexto de uma organização, não há mais desculpa para que as empresas continuem treinando todos da mesma forma.