Início Notícias Corporativas Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026
Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

O avanço da frota de motocicletas nas cidades e o aumento do risco percebido por quem usa o veículo para trabalho e deslocamento têm ampliado a procura por informações sobre seguro de moto em 2026. Guias e tabelas publicados por portais especializados apontam que a decisão de contratar a apólice passou a considerar, além do preço, fatores como o índice de roubo por região, o modelo da motocicleta e o tipo de cobertura (roubo e furto, compreensiva e terceiros). Um dos conteúdos que reúne esse panorama é o guia "Seguro de Moto 2026: como funciona e quanto custa", do Seguroauto.org.

Em São Paulo, os registros de ocorrências e a concentração dos crimes em determinados bairros reforçam o peso do CEP no cálculo do prêmio. Levantamento divulgado pelo Seguroauto.org com base em dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) lista modelos recorrentes em boletins e informa volumes de ocorrências em 2024 para parte do ranking, como Honda CBX 250 Twister (790), Honda XRE 300 (734), Honda PCX 150 (622) e Honda Biz 125 (586). O mesmo material aponta a área central como uma das regiões com maior incidência, com 1.193 ocorrências registradas. No recorte nacional, a relação de "motos mais roubadas do Brasil em 2025" publicada pelo portal coloca a Honda CG 160 no topo, seguida por modelos como Yamaha Fazer 250 e Honda Biz 125, entre outros.

O preço segue como um dos principais pontos de atenção. Um material sobre "quanto custa um seguro de moto" cita levantamento da HelloSafe e registra custo médio de aproximadamente R$ 1.585,11, além de exemplos de variação por modelo e perfil. Para 2026, uma tabela de preço publicada pelo Seguroauto.org indica faixas médias por modelos populares, como Honda CG 160 entre R$ 1.400 e R$ 1.800, Yamaha Fazer 250 entre R$ 1.800 e R$ 2.200, e motos de maior cilindrada com valores acima de R$ 3.500. O mesmo tipo de variação aparece em recortes por marca: no caso da Yamaha, o portal traz comparativos com mínimos e máximos por modelo em 2025, como Yamaha Fazer 150 UBS (R$ 1.351,00 a R$ 2.750,00) e Yamaha YS 250 Fazer (R$ 1.336,09 a R$ 2.193,07), entre outros.

As coberturas disponíveis costumam ser apresentadas em três blocos principais: proteção contra roubo e furto; cobertura compreensiva (que pode incluir colisão, incêndio e eventos naturais); e cobertura para danos a terceiros. O blog da Smartia detalha que a indenização em casos de roubo e furto, quando o veículo não é recuperado, geralmente segue referência da Tabela FIPE, e destaca também a relevância de danos a terceiros para reduzir a exposição financeira do condutor. Já o guia "Seguro de Moto Barato em 2026" aborda a diferença entre coberturas essenciais e opcionais e reforça que a escolha do pacote altera diretamente o valor final da apólice.

Além das coberturas, a franquia é outro componente que tende a influenciar o custo. O conteúdo da Smartia explica o funcionamento de franquias reduzida, normal e ampliada, indicando que franquias maiores podem reduzir o prêmio, mas elevam a participação do segurado em sinistros parciais. O mesmo artigo menciona a expansão de seguros baseados no comportamento do condutor, com uso de aplicativos e dispositivos que avaliam padrões de condução, como velocidade, frenagens e horários de uso, dentro de uma tendência de precificação mais personalizada. No Seguroauto.org, o guia de 2026 também descreve a adoção de processos digitais e maior personalização na contratação, incluindo acionamento de sinistro por aplicativo e produtos com pagamento por uso, em que o valor pode variar conforme a quilometragem.

As tabelas por fabricante ajudam a ilustrar como o preço muda dentro de uma mesma marca. Em "Seguro de moto Honda em 2026: veja tabela de preços por modelo", a Smartia aponta faixas anuais para motos de baixa cilindrada, como Honda Biz e CG 160, e sinaliza que modelos maiores podem ultrapassar R$ 3.500 a R$ 4.200 em cobertura completa. O texto também associa o custo ao risco por região e ao histórico do condutor, além de mencionar possibilidade de desconto com rastreador. No caso específico da Honda Biz 125, o Seguroauto.org apresenta uma tabela com exemplos estimados por seguradora e tipo de cobertura, incluindo proteção de roubo e furto e planos com cobertura completa e assistência.

O nível de exposição ao risco também depende do uso e do perfil do veículo. Scooters e motos urbanas, por exemplo, ganham espaço no tráfego diário e aparecem com frequência em análises de mercado e fichas técnicas. A ficha da Honda Elite 125, publicada também pela Seguroauto.org, destaca características do modelo, como motor monocilíndrico de 123,9 cm³ e tecnologias voltadas ao uso urbano, o que reforça por que scooters entram no radar de quem busca equilibrar mobilidade e custo de manutenção e, por consequência, avalia o custo do seguro conforme a região e o perfil de uso.

Para quem está na etapa de pesquisa, a recomendação recorrente nos conteúdos é comparar propostas com a mesma base de coberturas e observar fatores que alteram o preço: local de circulação, tempo de habilitação, histórico de sinistros, idade do condutor e se a moto é usada profissionalmente. Um artigo da Smartia sobre "simular um seguro de moto" reforça que o modelo, o perfil do condutor e a exposição a roubos e acidentes estão entre os pontos considerados antes de fechar a apólice. Já para a escolha de seguradoras, o Seguroauto.org mantém um ranking com critérios de comparação e exemplos de serviços normalmente associados às apólices, como assistência 24h e coberturas adicionais. A Smartia reúne outros materiais do tema em sua categoria de "seguro para moto".

Sair da versão mobile