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  • Planta modular a diesel de 20 MW fornecerá energia principal para a construção de dois shafts da mina e, posteriormente, atuará como sistema de backup emergencial durante os primeiros 23 anos de operação do projeto;
  • Gera Center foi selecionada por meio de processo competitivo com participação de 12 empresas com experiência na Amazônia; contrato prevê mobilização em até 120 dias para início do fornecimento de energia e disponibilidade operacional contratual de 98% na fase de backup;
  • Estrutura BOOT transfere aproximadamente US$ 33 milhões em investimentos de geração de energia do orçamento inicial de construção da Brazil Potash para custos operacionais distribuídos ao longo de 28 anos, além de gerar economia estimada em cerca de US$ 10 milhões em relação ao Estudo de Pré-Viabilidade do projeto.

MANAUS, Brazil, May 19, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Brazil Potash (NYSE-American: GRO), companhia de exploração e desenvolvimento mineral responsável pelo Projeto Potássio Autazes, anunciou hoje a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU, na sigla em inglês) não vinculante com a Gera Center para a implantação de um contrato no modelo Build, Own, Operate and Transfer (BOOT), com duração de 28 anos, destinado ao fornecimento de energia para o projeto no Amazonas.

O acordo prevê a instalação de uma planta modular de geração de energia a diesel que atuará como fonte principal de energia durante a fase de construção do empreendimento e, posteriormente, como sistema emergencial de backup ao longo dos primeiros 23 anos de operação da mina.

A Gera Center foi selecionada após processo competitivo formal conduzido pela Brazil Potash, envolvendo empresas com experiência comprovada na região amazônica. Segundo a companhia, a estrutura BOOT permitirá transferir aproximadamente US$ 33 milhões em investimentos iniciais de geração de energia do orçamento de construção do projeto para custos operacionais diluídos ao longo de 28 anos. O modelo também deverá gerar economia líquida estimada em cerca de US$ 10 milhões ao longo da vida do contrato, em comparação aos valores previstos no Estudo de Pré-Viabilidade (PFS) do projeto.

"Este acordo BOOT com a Gera Center fornece energia confiável para a construção em uma localidade onde a rede elétrica ainda não está disponível, ao mesmo tempo em que reduz os custos iniciais de implantação do projeto," afirma Matt Simpson. "A Gera Center foi selecionada por meio de um processo competitivo rigoroso, e sua proposta ficou cerca de US$ 10 milhões abaixo das estimativas do nosso PFS ao longo da vida do projeto. A mesma planta que fornecerá energia para a construção passará a atuar como sistema de backup emergencial durante toda a vida útil da mina, sendo um dos até cinco contratos BOOT que a companhia está estruturando como parte da estratégia de financiamento da construção do projeto."

Detalhes do acordo

Pelos termos do MOU, a Gera Center será responsável pelo fornecimento, instalação, operação e manutenção de 63 grupos geradores modulares containerizados movidos a diesel, com capacidade máxima de 20 megawatts (MW).

O sistema será implantado de forma escalonada, acompanhando o crescimento da demanda energética da construção, iniciando com 10 MW e alcançando 20 MW ao longo do primeiro ano. O primeiro fornecimento de energia poderá ocorrer em até 120 dias após a assinatura do contrato definitivo.

Como não há disponibilidade de energia da rede convencional no local durante a fase de implantação, a planta atenderá integralmente as atividades de obras civis e escavação dos shafts da mina.

Após o início das operações, o sistema passará a atuar como solução emergencial de backup por 23 anos, garantindo continuidade operacional em caso de interrupção da linha principal de transmissão de 500 kV que conectará o projeto ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O contrato prevê disponibilidade operacional mínima de 98% durante essa fase, além de tempo máximo de resposta de duas horas para incidentes críticos. Ao final do contrato de 28 anos, toda a infraestrutura de geração será transferida para a Brazil Potash.

Processo competitivo

A seleção da Gera Center foi conduzida pelo diretor de projetos da Brazil Potash, Raphael Bloise, por meio de processo competitivo formal com participação de 12 empresas com experiência comprovada na região amazônica.

Ao todo:

  • 12 empresas foram convidadas;
  • 8 apresentaram propostas formais;
  • 4 foram selecionadas para a fase final de avaliação.

As propostas passaram por refinamentos técnicos e comerciais em reuniões presenciais e virtuais com as equipes técnicas envolvidas.

Segundo a Brazil Potash, a Gera Center obteve a melhor avaliação técnica e comercial considerando todo o horizonte contratual de 28 anos, gerando aproximadamente US$ 10 milhões em economia em relação ao orçamento previsto no PFS e reforçando a estratégia da companhia de estruturar no modelo BOOT grande parte das infraestruturas não essenciais do projeto.

Próximos passos

As partes trabalharão nos próximos meses para a formalização dos contratos definitivos.

A companhia ressalta que o MOU possui caráter não vinculante e, portanto, não há garantia de que os contratos definitivos serão assinados, nem de que a transação será concluída nos termos atualmente previstos.

A expectativa é que o sistema esteja totalmente instalado e fornecendo energia principal para a construção dentro da janela de mobilização de 120 dias após a assinatura dos contratos definitivos, em alinhamento com o cronograma de escavação dos shafts do Projeto Potássio Autazes.

Sobre a Gera Center

Fundada em 1991, a Gera Center é uma empresa brasileira especializada em soluções críticas de geração de energia para os setores industrial, mineração, agronegócio, infraestrutura e construção.

Com sede em Manaus, atua na engenharia, instalação, operação e manutenção de sistemas turnkey de geração modular a diesel, incluindo operações remotas e de alta complexidade logística na região amazônica.

No Projeto Potássio Autazes, a empresa prevê a implantação de uma planta modular de 20 MW com tecnologia de alta densidade energética, projetada para otimizar eficiência operacional e minimizar impactos ambientais.

O projeto deverá gerar aproximadamente 200 empregos diretos e indiretos durante as fases de implantação e operação.

Sobre a Brazil Potash

A Brazil Potash, por meio de sua subsidiária integral Potássio do Brasil, está desenvolvendo o Projeto Potássio Autazes com o objetivo de ampliar o fornecimento nacional de fertilizantes para o agronegócio brasileiro.

O Brasil importou mais de 95% do potássio utilizado no país em 2021, apesar de possuir uma das maiores bacias de potássio ainda não desenvolvidas do mundo.

A produção do projeto deverá ser transportada prioritariamente por meio de barcaças fluviais em parceria com a Amaggi, uma das maiores empresas brasileiras do setor agroindustrial e logístico.

Com capacidade inicial planejada de até 2,4 milhões de toneladas anuais de potássio, a companhia estima potencial para atender aproximadamente 20% da demanda atual do Brasil pelo insumo.

A expectativa da empresa é destinar 100% da produção ao mercado brasileiro, contribuindo para reduzir a dependência de importações e mitigar aproximadamente 1,4 milhão de toneladas anuais de emissões de gases de efeito estufa.

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GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9723013)