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Nove em cada dez empresas temem que os sistemas internos não consigam acompanhar as demandas de remuneração dos executivos

Gerenciar a remuneração de executivos é um desafio crescente para empresas de serviços financeiros, com quase nove em cada dez (89%) afirmando que sua tecnologia interna não consegue acompanhar a demanda. Uma nova pesquisa da CSC, fornecedora líder de soluções de administração de negócios e conformidade, mostra que a crescente complexidade, a pressão regulatória e a expansão da participação global colocam uma pressão cada vez maior sobre os sistemas e equipes internos.1

A CSC entrevistou 300 líderes sêniores de RH, remuneração e benefícios na Europa, Ásia-Pacífico e América do Norte, atuantes nos setores de mercados privados, gestão de ativos, seguros e bancos de investimento. Intitulado “O Futuro da Remuneração em Serviços Financeiros: Remuneração de Executivos em 2026”(The Future of Reward in Financial Services: Executive Compensation in 2026, em inglês), o relatório explora as respostas desses líderes e examina como as empresas se adaptam à crescente complexidade dos esquemas de incentivos de longo prazo (LTI).

A pesquisa revelou que mais de quatro em cada cinco entrevistados (86%) consideram a gestão dos planos de remuneração complexa atualmente, refletindo a rápida evolução e expansão das estruturas de remuneração de longo prazo (LTI) nas organizações globais.

O aumento da participação e o escrutínio regulatório são os principais fatores por trás dessa complexidade. Quatro em cada cinco empresas (80%) relatam um aumento na participação em esquemas de remuneração nos últimos três anos, à medida que as organizações estendem os incentivos para além dos executivos seniores, com o objetivo de apoiar a retenção de talentos e recompensar o bom desempenho. Ao mesmo tempo, metade delas está se preparando para as revisões de transparência e consultas regulatórias de 2026, o que sinaliza um aumento significativo nas expectativas de conformidade e prestação de contas.

“A participação em esquemas de incentivo de longo prazo (LTI) está se ampliando, e as expectativas em relação à justiça e à transparência estão aumentando”, afirmou Shane Hugill, chefe de Serviços de Remuneração Executiva da CSC. “Embora isso seja positivo do ponto de vista de talentos e desempenho, também significa que as empresas estão lidando com mais variáveis. Muitas estão gerenciando programas em diversos provedores e jurisdições, o que pode dificultar a manutenção da consistência dos dados e o controle dos processos.”

Além disso, a fragmentação de dados é atualmente um desafio significativo para as organizações. Dois terços (66%) dos entrevistados citaram a dependência de vários prestadores de serviços como um obstáculo fundamental para a manutenção de dados precisos e consistentes, enquanto 64% apontaram a necessidade de operar em diversos ambientes regulatórios. Esses desafios aumentam o risco de erros em relatórios e de falhas de conformidade. Eles também dificultam que as empresas mantenham uma visão precisa e única dos dados de seus planos de incentivo.

Como resultado, as empresas estão repensando a forma como gerenciam seus planos de incentivo e muitas estão recorrendo a parceiros de terceirização e tecnologia para melhorar a eficiência e o controle. Mais de três quartos (77%) dos entrevistados afirmam utilizar vários parceiros de terceirização para administrar esquemas de remuneração em diferentes jurisdições.

“À medida que o mercado de trabalho se torna cada vez mais competitivo, as empresas precisam pensar de forma mais criativa sobre como recompensar e reter os melhores talentos”, acrescentou Jennifer Kenton, diretora comercial da CSC. “Isso pode tornar a gestão da remuneração executiva mais complexa, e é por isso que as empresas precisam de um parceiro confiável, com experiência comprovada em administração e execução de todos os planos de incentivo.”

A CSC oferece uma solução global de administração de planos totalmente terceirizada e por meio de Sociedade de Propósito Específico (SPE) para planos de remuneração e incentivos de executivos, combinando expertise em design, administração e governança de planos com um modelo de entrega flexível e escalável. Sua plataforma tecnológica completa, baseada na Ledgy, centraliza os planos em um único ambiente, aumentando a visibilidade, a eficiência e o controle.

Para baixar uma cópia do relatório da CSC “O Futuro da Remuneração em Serviços Financeiros: Remuneração de Executivos em 2026”, acesse https://www.cscglobal.com/service/campaigns/executive-compensation-2026-report/

Sobre a CSC

A CSC é a parceira de confiança de mais de 90% das empresas da Fortune 500®, mais de 90% das 100 Melhores Marcas Globais (Interbrand®) e mais de 75% das empresas do PEI 300. Somos a principal fornecedora mundial de soluções globais de administração de negócios e conformidade, serviços de administração especializados para gestores de ativos alternativos em diversas estratégias de fundos, transações envolvendo participantes do mercado de capitais em mercados públicos e privados, gerenciamento de sistemas de nomes de domínio, proteção de marca digital e contra fraudes, e soluções de software para impostos corporativos. Fundada em 1899 e sediada em Wilmington, Delaware, EUA, a CSC é uma empresa privada com gestão profissional há mais de 125 anos. A CSC possui escritórios e operações em mais de 140 jurisdições na Europa, Américas, Ásia-Pacífico e Oriente Médio. Somos uma empresa global capaz de fazer negócios onde quer que nossos clientes estejam — e conseguimos isso empregando especialistas em todos os setores que atendemos. Somos o negócio por trás dos negócios®. Saiba mais em cscglobal.com.

1 Em parceria com a PureProfile, a CSC entrevistou 300 líderes seniores de RH, remuneração e benefícios, localizados na Europa, Ásia-Pacífico e América do Norte, que atuam no setor de serviços financeiros, para entender suas opiniões sobre a crescente complexidade dos planos de incentivo de longo prazo.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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CSC

Katie Scott-Kurti

Diretora de Marca e Comunicação

katie.scottkurti@cscglobal.com

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Fonte: BUSINESS WIRE

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