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Os serviços de planejamento funerário representam 33,19% do mercado global do setor. A demanda está associada a mudanças no estilo de vida, ao aumento da conscientização dos consumidores e ao envelhecimento da população, que atingiu 1,4 bilhão de pessoas com 60 anos ou mais em 2023, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de acordo com relatório da Business Research Insights.

Segundo dados divulgados pela revista especializada em seguros Cobertura, 73% das pessoas que buscam planos funerários no Brasil o fazem para não ter que se preocupar com burocracias e gastos imprevisíveis, um processo que envolve, em média, 70 decisões para a realização de um enterro. A principal motivação é a precaução para tornar um momento inevitável menos doloroso.

Vinicius Chaves Mello, CEO do Grupo Riopae, empresa com mais de 57 anos de atuação no segmento do luto, comenta que ter um plano funerário possibilita uma preparação mais adequada para o futuro da própria pessoa e sua família, um investimento de cuidado que pode evitar que os familiares precisem tomar decisões difíceis em um momento de dor.

"A escolha pode contribuir para mais tranquilidade emocional, além de proporcionar alívio financeiro, controle sobre os detalhes, redução de conflitos familiares, assistência e economia a longo prazo", pontua o executivo.

A análise da Business Research Insights indica também que os serviços funerários incluem apoio ao luto com planos de cuidado centrados na família, que consideram aspectos emocionais, culturais e regulatórios. Além disso, relata a oferta de produtos de memorização especializados e de suporte adaptado às famílias enlutadas nos primeiros momentos da perda, diretivas de vontade e definição prévia da destinação final.

Efeitos práticos

De acordo com o CEO do Grupo Riopae, um plano funerário pode oferecer tranquilidade para as famílias no momento em que precisam lidar com uma perda, por meio de acolhimento, apoio e menos preocupação com as burocracias. "Também pode oferecer segurança financeira, com a garantia de respeito às escolhas do ente querido, possibilidade de homenagens personalizadas e de um cerimonial completo", frisa.

Para o CEO, tratar desse tipo de planejamento com mais naturalidade no cotidiano é de extrema relevância para estar adequadamente preparado para o futuro. "Mesmo que possa causar desconforto, é um gesto de amor, responsabilidade e cuidado com quem fica. Além disso, esse tipo de serviço oferece funcionalidades que podem ser utilizadas ainda em vida pelo beneficiário e seus dependentes", acrescenta.

Segundo Vinicius Chaves Mello, um plano bem estruturado pode reduzir preocupações com custos, burocracias e garantir que as escolhas do beneficiário sejam honradas e respeitadas, o que ajuda a diminuir possíveis conflitos entre familiares sobre como realizar a despedida.

O CEO do Grupo Riopae revela que entre as principais dúvidas ou receios ao considerar a contratação de um plano funerário estão como o serviço funciona na prática, quais são os benefícios incluídos no plano e como é feito o processo de contratação e acionamento do atendimento.

"É comum que as pessoas também queiram saber se a cobertura é válida em todo o Brasil, se existem taxas extras, qual é o período de carência e quanto custa aderir", diz ele.

Conforme orienta o executivo, pesquisar com atenção quais são os benefícios incluídos no plano é o primeiro passo para quem começa a pensar em organizar esse tipo de planejamento familiar. Em seguida, deve-se avaliar qual é o valor e qual opção atende melhor às necessidades do beneficiário e da família.

"É fundamental entender ainda como funciona a contratação, o tempo de carência e se existem taxas extras, evitando surpresas no futuro, e analisar a credibilidade da empresa para ter a certeza de que todas as escolhas serão honradas e respeitadas", observa Vinicius Chaves Mello.

Para mais informações, basta acessar: https://riopae.com.br/