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O empreendimento Reserva Raposo é finalista do MIPIM Awards 2026 – Best New Mega Development, importante premiação do setor imobiliário global, realizada anualmente em Cannes, na França. O anúncio dos finalistas foi divulgado na terça-feira (6). O projeto do Grupo RZK disputa a categoria de projetos de Mega Desenvolvimento Urbano com outros três empreendimentos selecionados entre 230 inscritos, de 47 países. O prêmio reconhece iniciativas inovadoras, sustentáveis e visionárias, com foco em critérios ESG, qualidade arquitetônica e impacto social e urbano. O vencedor será anunciado no dia 12/03, em uma cerimônia na França.

Localizado no km 18,5 da Rodovia Raposo Tavares, na Zona Oeste da capital paulista, o Reserva Raposo traz um novo conceito de habitação social no Brasil. Com 450 mil metros quadrados de terreno e cerca de 1 milhão de metros quadrados de área construída, o projeto tem previsão de 22 mil moradias até 2030, distribuídas em 150 torres, capacidade para abrigar 80 mil moradores e investimentos superiores a US$ 1 bilhão, por meio de uma parceria público-privada, envolvendo os governos municipal e estadual.

Inspirado nos princípios do novo urbanismo e de cidades inteligentes, o empreendimento foi planejado para integrar moradia, trabalho, serviços, educação, saúde, lazer e mobilidade em um mesmo território, reduzindo deslocamentos longos e promovendo qualidade de vida. "Se queremos transformar empreendimentos de interesse social, é preciso ir além da obra física. É fundamental que ela venha acompanhada de uma gestão responsável, capaz de criar um verdadeiro espaço cidadão, que gere pertencimento e conte com a presença do poder público, garantindo políticas sociais. É isso que o Reserva Raposo entrega: um projeto de transformação social", afirma José Ricardo Lemos Rezek, presidente do Grupo RZK.

O Reserva Raposo atua como indutor de infraestrutura urbana em escala metropolitana. Verena Balas, diretora da RZK Empreendimentos, destaca o modelo empregado no Reserva Raposo. "Entendemos que a habitação de interesse social precisa estar integrada a muito mais que moradia. Ela acolhe pessoas que, muitas vezes, vêm de uma realidade sem acesso a serviços básicos e as insere em uma comunidade estruturada, sob um olhar responsável de cuidado e planejamento urbano. O modelo de parceria público-privada adotado é um exemplo que funciona na prática: reconhece de onde essas pessoas vieram e oferece um sistema no qual o poder público está presente, utilizando o ambiente como instrumento de educação, cidadania e pertencimento", ressalta.

O projeto viabilizou a implantação de cerca de dez quilômetros de coletores-tronco de esgoto, aproximadamente quatro quilômetros de novas adutoras de água e a construção de um reservatório elevado, ampliando o acesso à água tratada, garantindo pressão adequada no abastecimento e contribuindo para a melhoria das condições de saneamento e saúde pública também no entorno. "Habitação social pode e deve ser pensada como cidade. Projeto nasce com infraestrutura, serviços, espaços públicos de qualidade e visão de longo prazo", conclui José Ricardo.

A mobilidade é um dos eixos estruturantes do projeto. O bairro terá um terminal de ônibus com linhas regulares e integração futura com um centro comercial, além de três quilômetros de ciclovias, garantindo deslocamentos mais rápidos e sustentáveis. Já está em operação uma linha de ônibus que liga o bairro à estação Vila Sônia do Metrô. Na área da segurança, a abordagem sistêmica combina desenho urbano, iluminação pública, ruas ativas, infraestrutura subterrânea, rondas e monitoramento por câmeras 24 horas.

O bairro possui mais de 85 mil metros quadrados de área verde preservada e incorpora soluções ambientais que vão além da preservação de áreas verdes, como a implantação de dois parques públicos, avenidas arborizadas e jardins de chuva, gestão distrital de resíduos e o uso de sistemas construtivos com componentes de longa vida útil que reduzem desperdícios e facilitam a manutenção.

As quadras mantêm 30% de área permeável, com controle da relação entre altura dos edifícios e largura das vias, fachadas variadas e vistas verdes, reduzindo a percepção de adensamento. As torres residenciais possuem térreos ativos, ruas amplas e sombreadas, com comércio e serviços que estimulam o convívio.

O Reserva Raposo já entregou 4.490 unidades habitacionais, possui 7.332 em construção e abriga 25 mil moradores. Os conjuntos são entregues com áreas comuns completas, 100% equipadas e decoradas. Os equipamentos públicos também estão sendo entregues, 100% equipados, são: duas Unidades Básicas de Saúde, seis Centros de Educação Infantil, um CEMEI, mais Biblioteca, Auditório, Centro para idosos, Centro Ecumênico e uma Arena esportiva.

Na frente de desenvolvimento social, o projeto conta com uma Associação de Moradores (AMO) que oferece cursos gratuitos para os moradores e inclui aulas de música, inglês, teatro, dança, canto, treinamento funcional, luta. Além de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e cursos profissionalizantes.

Programas como Mães Atípicas, Tarde do Cinema e Cidadão Positivo fortalecem, ainda, o senso de pertencimento e os vínculos comunitários.

O estímulo à convivência e a educação para a cidadania estão entre as prioridades da gestão. A AMO promove reuniões mensais de conscientização comunitária, voltadas especialmente a moradores vindos de comunidades vulneráveis, com debates sobre segurança, convivência, direitos e deveres. A iniciativa Cidadão Positivo complementa o trabalho, incentivando a participação ativa dos moradores em projetos coletivos.

O cuidado com as famílias também ocupa lugar central. O programa Mães Atípicas oferece às crianças com deficiências e neurodiversidades um dia de atividades com profissionais especializados, enquanto as mães têm momentos de saúde e bem-estar. Já a Tarde do Cinema proporciona lazer aos pequenos, que se reúnem para assistir filmes, com direito à pipoca. "Quando moradia, educação, trabalho, saúde e lazer estão próximos, o bairro passa a gerar pertencimento, mobilidade e autonomia. Esse é o verdadeiro sentido do urbanismo social que buscamos aplicar no Reserva Raposo", conclui Verena.