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Indústria química avança com mangueiras de alta resistência

Indústria química avança com mangueiras de alta resistência
Indústria química avança com mangueiras de alta resistência

O transporte seguro de produtos químicos em ambientes industriais depende diretamente da qualidade dos componentes de condução utilizados nos processos de sucção e descarga. Segundo relatório da Precedence Research, o mercado global de mangueiras industriais registrou receita de US$ 14,50 bilhões em 2024 e deve atingir US$ 26,07 bilhões até 2033, crescendo a uma taxa anual composta de 6,73%, impulsionado, em parte, pela crescente demanda por soluções resistentes a agentes químicos agressivos.

No Brasil, a norma ABNT NBR 14619 estabelece critérios para identificar incompatibilidade química entre substâncias no transporte de produtos perigosos, exigindo que os equipamentos de condução sejam compatíveis com os agentes manuseados. O não atendimento dessas exigências representa risco de acidentes, passivos ambientais e interrupção de operações industriais.

Segundo José Francisco dos Santos, diretor-executivo da Maxxflex, "a seleção da mangueira correta para produtos químicos exige análise detalhada da composição do fluido, temperatura de operação, pressão de trabalho e compatibilidade dos materiais do tubo interno, do reforço e da cobertura externa, pois qualquer inadequação pode provocar degradação precoce ou falha estrutural com consequências graves".

No mercado brasileiro, fabricantes especializados em borracha técnica desenvolvem soluções voltadas a essas exigências. A mangueira ACPQ – Sucção e Descarga de Produtos Químicos é um exemplo de produto projetado para aplicações que envolvem o manuseio de substâncias químicas, com estrutura em borracha especialmente formulada para resistir à ação de agentes corrosivos em operações industriais.

A conformidade com normas técnicas e a rastreabilidade de processos têm sido apontadas por gestores de segurança como critérios centrais na aquisição de mangueiras para uso químico em setores como petroquímica, saneamento, mineração e indústria farmacêutica, reforçando a relevância de componentes com especificações documentadas e desempenho verificável em campo.

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