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IA amplifica mapeamento tributário na última janela fiscal

IA amplifica mapeamento tributário na última janela fiscal
IA amplifica mapeamento tributário na última janela fiscal

O cenário tributário brasileiro está passando por uma das maiores transformações de sua história. Com a sanção da Lei Complementar 214/2025 em janeiro de 2025, o país oficializou a implementação do IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado), que entrará em vigor a partir de 2026 e modificará completamente a estrutura de tributação sobre o consumo.

Esse é um cenário em que a inteligência artificial assume mais uma vez um papel de destaque. Ao integrar IA às metodologias de mapeamento tributário, as empresas podem alcançar um novo patamar de gestão, utilizando a capacidade analítica e comparativa de modelos específicos para identificar oportunidades e benefícios fiscais. Essa pode favorecer a eficiência, a precisão e agilidade dos processos. 

Empresas como a tax & Co., especializada em benefícios tributários, já adotaram esses modelos em seus mapeamentos, obtendo resultados ainda mais expressivos para seus clientes – o uso de IA amplificou, por exemplo, em 62% os resultados em benefícios fiscais para empresas do Lucro Real. 

Tecnologia e precisão a serviço das empresas

“Foi justamente o uso estratégico da inteligência artificial que amplificou exponencialmente os resultados da nossa empresa no mapeamento tributário. A transformação dos processos através da IA não apenas visa otimizar a precisão das análises fiscais, mas multiplicar a nossa capacidade de identificar oportunidades tributárias que antes permaneciam ocultas em meio ao volume massivo de dados fiscais”, diz Rodrigo Gosch, fundador e CEO da tax & Co.

“A nossa metodologia MAP4IA emergiu naturalmente nessa evolução tecnológica. Hoje, usamos IA para processar e analisar milhares de transações fiscais em tempo real, identificando padrões complexos e oportunidades que o olho humano jamais conseguiria detectar com a mesma velocidade e precisão”, diz o CEO. 

Flexibilidade e legislação tributária em um ambiente de mudanças

O regime do Lucro Real segue sendo o mais indicado para empresas com margens apertadas ou grande volume de despesas dedutíveis. Ele permite que o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sejam calculados sobre o lucro efetivo, após todas as deduções legais, além de possibilitar a compensação de prejuízos fiscais em exercícios futuros. Com a complexidade crescente da legislação e a chegada da reforma, a necessidade de controle e planejamento fiscal se torna ainda mais crítica.

Cronograma e impactos sobre benefícios fiscais

A reforma tributária aprovada pelo Congresso prevê a substituição de cinco tributos atuais (ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI) por três novos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – Estadual/Municipal, Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) – Federal e Imposto Seletivo (IS) – Produtos Nocivos. A partir de 2027, os incentivos começarão a ser reduzidos gradativamente até sua extinção prevista para 2032. Por isso, 2025 representa a última grande oportunidade para que as empresas realizem um mapeamento tributário detalhado e garantam o máximo aproveitamento dos benefícios disponíveis.

O papel estratégico de novas metodologias na nova era tributária

“A automação de processos, o monitoramento contínuo e a análise preditiva proporcionados pela IA permitem que gestores tomem decisões mais seguras e embasadas, reduzindo perdas e maximizando oportunidades. Diante da reforma tributária e do fim anunciado dos benefícios fiscais, adotar uma abordagem tecnológica e estratégica para a gestão tributária não é apenas uma vantagem competitiva – é uma necessidade para garantir sustentabilidade e crescimento nos próximos anos”, finaliza o CEO. 

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