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Reposição hormonal na menopausa melhora qualidade de vida

Reposição hormonal na menopausa melhora qualidade de vida
Reposição hormonal na menopausa melhora qualidade de vida

A terapia de reposição hormonal (TRH) tem sido cada vez mais recomendada como um recurso eficaz e seguro para aliviar os sintomas da menopausa e preservar a saúde da mulher nessa fase de transição. Ondas de calor, distúrbios do sono, alterações de humor, ganho de peso e perda de libido estão entre as principais queixas de mulheres na faixa etária de 45 a 55 anos, período em que ocorre a queda natural dos níveis hormonais femininos.

De acordo com o endocrinologista Dr. Filipe Fontes (CRM 200152/SP), o tratamento pode ser transformador quando indicado com critério e acompanhado por profissionais capacitados: “A reposição hormonal pode melhorar de forma significativa a qualidade de vida da mulher na menopausa, desde que seja feita com acompanhamento individualizado”.

A menopausa é definida pela interrupção definitiva dos ciclos menstruais, marcada por 12 meses consecutivos sem menstruação. No entanto, a fase de transição, chamada climatério, pode durar anos e trazer impactos físicos e emocionais profundos. 

Além de aliviar os sintomas mais comuns, como os fogachos (ondas de calor), a reposição hormonal também pode atuar de forma preventiva. Diversos estudos apontam que, quando iniciada até os 60 anos ou dentro de dez anos após a última menstruação, a TRH pode reduzir o risco de osteoporose e doenças cardiovasculares, além de contribuir para a saúde cognitiva.

A TRH, segundo Filipe Fontes, não é indicada para todas as mulheres. Casos com histórico de câncer de mama, trombose venosa profunda, doenças hepáticas graves ou sangramento uterino não esclarecido exigem cautela e avaliação rigorosa.

A recomendação da North American Menopause Society (NAMS) e da SBEM é clara: a decisão pela reposição hormonal deve considerar o tempo desde a menopausa, os sintomas, os fatores de risco individuais e a saúde geral da mulher.

A reposição hormonal é uma ferramenta terapêutica baseada em ciência e adaptação individual. O acesso à informação confiável, o esclarecimento de mitos e o diálogo com profissionais capacitados são fundamentais para que a mulher tome decisões seguras e conscientes.

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