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Vida mais longa expõe desafios da perimenopausa

Vida mais longa expõe desafios da perimenopausa
Vida mais longa expõe desafios da perimenopausa

Com o envelhecimento global da população feminina e o aumento da expectativa de vida, cresce também a demanda por cuidados de saúde integrados para a vida adulta e a maturidade. Uma fase que afeta muitas mulheres entre os 40 e 60 anos é a perimenopausa, período de transição hormonal que precede a menopausa e pode durar de 2 a 10 anos.

Pesquisas recentes revelam dados expressivos: em um estudo populacional, 81,2% das mulheres na perimenopausa relataram sintomas associados à transição, ondas de calor, alterações de humor, insônia e fadiga. Em muitas delas, os sintomas se apresentam com intensidade moderada a grave, impactando a qualidade de vida e o bem-estar físico e emocional.

Além disso, a ginecologista especialista em mulheres 40+, Dra. Rebeca Filgueiras, (CRM 98890 / RQE 127041), explica que, se ignorada, a perimenopausa, pode estar associada a riscos maiores de saúde a longo prazo. "Perda de massa óssea, alterações metabólicas, piora do perfil cardiovascular e comprometimento da saúde mental são alguns dos quadros que afetam a saúde quando os sintomas são ignorados", afirma Dra. Rebeca.

Mesmo diante desses dados, muitas mulheres não se sentem preparadas ou informadas para lidar com essa fase: um estudo apontou que mais de 90% nunca foram ensinadas sobre menopausa na escola, e mais de 60% relataram sensação de desconhecimento total a respeito da transição.

Com base em evidências científicas e protocolos contemporâneos de saúde da mulher, a Dra. Rebeca destaca que, com avaliação individualizada, é possível alinhar terapias hormonais seguras, hábitos de vida saudáveis e suporte emocional, ajudando mulheres a atravessarem essa fase de forma mais equilibrada, plena e bem informada, oferecendo um olhar atento e atualizado para mulheres que atravessam a perimenopausa, orientando não só no alívio dos sintomas, mas na prevenção de problemas futuros e na manutenção da qualidade de vida.

Informações: @dra.rebecafilgueiras

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